
O Programa – Origem e Evolução
Esta seção conta a história, mas com foco em trajetória e evolução.
O Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP) foi criado em 2008 pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG), em um momento em que a agenda da segurança do paciente ainda estava em consolidação no Brasil.
Desde então, o debate sobre segurança ganhou espaço, novas políticas foram desenvolvidas e muitas organizações passaram a incorporar práticas de melhoria.
Ao longo desse percurso, ficou cada vez mais claro que a segurança do paciente não depende apenas da adoção de protocolos.
Ela depende da capacidade das organizações de alinhar estratégia, governança, processos e cultura em torno do cuidado seguro.
Por isso o PBSP inicia agora uma nova fase, ampliando seu escopo para atuar como uma plataforma de conhecimento, articulação e desenvolvimento institucional.
O Desafio da Segurança no Sistema de Saúde
Segurança do paciente não é apenas um tema clínico.
É um tema de gestão, governança e desenho de sistemas.
O que o PBSP oferece
O PBSP atua em quatro frentes principais:
Produção de conhecimento.
Desenvolvimento e disseminação de conteúdos sobre segurança do paciente, fatores humanos, cultura de segurança e governança do cuidado.
Rede de troca entre organizações.
Ambiente de compartilhamento de experiências entre instituições comprometidas com a melhoria da segurança.
Formação e desenvolvimento de lideranças.
Capacitação de gestores e profissionais para interpretar riscos e estruturar sistemas de cuidado mais seguros.
Apoio à evolução institucional.
Iniciativas que ajudam organizações a integrar segurança à estratégia, aos processos e à cultura institucional.
O Futuro da Segurança do Paciente
A segurança do paciente está entrando em uma nova etapa.
Os sistemas de saúde precisam lidar com envelhecimento populacional, aumento da complexidade assistencial, incorporação tecnológica e pressão econômica crescente.
Nesse cenário, a segurança não pode mais ser tratada apenas como um conjunto de protocolos. Ela precisa ser incorporada como infraestrutura organizacional do cuidado.
Porque no futuro da saúde:
organizações seguras serão aquelas capazes de aprender continuamente e transformar conhecimento em prática.

